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sexta-feira, maio 9

Sit Tibi Terra Levis - Rituais funerários romanos







Ao meu mestre e meu orientador J.C.B., que hoje me deu o prazer de o acompanhar à viagem no Museu Nacional de Arqueologia, com os seus alunos de Évora, no encalço desse grande Homem que o Portugal do Conhecimento do cruzar de oitocentos para novecentos teve: José Leite de Vasconcelos.

Com ele fui espreitar as palavras escritas e os objectos que, atravessando os Tempos, acompanharam os mortos até à Eternidade, e que José Leite de Vasconcelos recolheu, arregimentou, deu sentido e valor.

Obrigada aos dois.


Sobre o MNA:
exposições temporárias:
- Religiões da Lusitânia. Loquuntur saxa.- "SIT TIBI TERRA LEVIS: Rituais funerários romanos e paleocristãos em Portugal"

- Sit Tibi Terra Levis. Rituais funerários Romanos e Paleocristãos em Portugal (catálogo)
edição: Museu Nacional de Arqueologia
Nº páginas: 59
ISBN: 978-972-9257-23-0
Preço: € 10,00

Título: As necrópoles de Silveirona (Santo Estêvão, Estremoz). Do mundo funerário romano à Antiguidade Tardia. Mélanie Cunha
edição: Museu Nacional de Arqueologia

Exposição:
SIT TIBI TERRA LEVIS: Rituais funerários romanos e paleocristãos em Portugal"

Datas:
22 de Abril de 2008 a 31 de Dezembro de 2008
Local no MNA:
Galeria Ocidental
Organização institucional:
Museu Nacional de Arqueologia
Comissariado científico:
Carlos Fabião, Mafalda Dias e Mélanie Cunha. Comissariado Executivo: Ana Melo
Tipo de exposição:
Apresentação de colecções

«O insondável mistério da morte gera nas sociedades humanas distintos modos de lidar com os sentimentos de perda e ausência.

Nas atitudes em face da morte se percebe como se convive com o fim da vida.

Que a terra te seja leve (Sit tibi terra levis, segundo a fórmula consagrada pelos romanos), se conservas ainda uma existência subterrânea; descansa em paz (Requievit in pace, segundo a fórmula consagrada pelo Cristianismo), na esperança da ressurreição. De uma fé a outra se encerra um percurso civilizacional, da Roma pagã ao mundo do cristianismo, que sobreviveu à dissolução política do velho império, mas uma mesma interrogação intemporal.

Apresenta esta exposição, pela primeira vez de um modo sistemático, duas necrópoles romanas que foram escavadas em distintas fases da vida deste Museu.

As necrópoles propriamente ditas espelham bem o alcance e limitações do registo arqueológico. Dos complexos ritos que envolvem a última homenagem, somente parcos resíduos materiais se conservam. Contudo, se nem esses escassos indícios fossem devidamente lidos e salvaguardados, que restaria então?

Aqui se evocam as gentes da Fraga (em Marco de Canavezes) e da Silveirona (em Estremoz), do Norte e do Sul do espaço hoje português, mas também os dois primeiros directores do Museu Nacional de Arqueologia (José Leite de Vasconcelos e Manuel Heleno) que, pela escavação as resgataram do esquecimento.

Exposição integrada no programa comemorativo do 150º aniversário do nascimento do Doutor José Leite de Vasconcelos»


Informação (em itálico) obtida a partir de: info@mnarqueologia-ipmuseus.pt | webmaster@mnarqueologia-ipmuseus.pt»

De seguida rumámos ao Museu de Etnografia para conhecer as suas colecções e para ouvir e ver a exposição «As canções pintadas».

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