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quarta-feira, maio 14

Porque dizem os terapeutas que a esquizofrenia cada vez toma mais conta das pessoas?


Ontem à noite vi um programa muito interessante, sobre a Esquizofrenia, debatendo-se possíveis causas e efeitos da doença que parece estar, por motivos de vária ordem, designadamente as grandes pressões sociais, económicas e afectivas, a tomar cada vez mais proporções.

Tratando-se de uma doença que se manifesta através de uma alteração ou desvio de personalidade, ou seja de "fracturações" ou alterações da mesma, pode conduzir, em casos mais fissurantes, à verdadeira duplicidade do "eu".

Caracterizando-se ainda por uma dissociação das funções psíquicas e pela perda de contacto com o mundo exterior, pois, gradualmente, se vai acreditando numa "realidade" que não o é de facto, ou se vão criando realidades paralelas, a doença afecta não só a própria pessoa mas todos os que com ela se relacionam, porque o "contágio" se acaba por fazer.

Segundo os especialistas, um dos seus «primeiros sintomas é a diminuição da afectividade, quando não a sua total supressão ou ausência, existindo um desligamento do mundo por parte do doente, que se volta sobre si mesmo»(com algumas similitudes com o autismo). As funções intelectuais são igualmente perturbadas o que acarreta rapidamente a alienação de tudo o que se passa à sua volta.

Muitas destas pessoas atravessaram períodos de depressão, ou grandes conflitos emocionais antes de entrarem nesta situação, o que leva a concluir que estes problemas desencadearam ou agravaram a esquizofrenia, aceitando-se, assim, que a tensão e o stress nos quais a pessoa esteja envolvida possam ser, efectivamente, grandes causas da esquizofrenia.

Mais, uma vez que a pessoa vive sob tensões, stress, medos, pânicos e alterações comportamentais contínuos, deverá procurar situações que a aliviem, que lhe tragam tranquilidade ou que as relaxe.

Só quando a pessoa está mais tranquila e estável é que se pode pensar em fazer um trabalho mais profundo.

Assim, atenção, porque todos estamos sujeitos a conviver com processos de esquizonfrenia, ou a ser vítimas dos que se deixaram levar por ela, ou mesmo ainda a vir a sê-lo, procuremos não acumular tensões a mais.

Eu cá vou escrevendo. Resultará?

Mas atenção, ao primeiro sintoma, há que saber irmo-nos tratar!

3 comentários:

bettips disse...

Uma ponte possível para a realidade mais bela. Onde atravessam os príncipes e princesas, fadas de bem-fadar, do nosso mundo "diferente".
Abçs

adriano disse...

Não sou médico, não sou psicólogo, sou apenas mais um ser fruto do amor dos meus pais e do acaso.
Temos de olhar mais pata a frente de nós para o mundo que nos rodeia, do que para dentro de nós mesmos. Não podemos entrar em diálogo com o nosso eu perturbado. Se não formos capazes, peçamos a ajuda dos amigos, e se não resultar, a dum médico , se for necessário, mas fechar todas as portas e janelas que possam conduzir ao interior de nós mesmos, enquanto não nos desfizermos do vinho velho mal fermentado.
adriano

Maria Filomena Barata disse...

Também não sou psicóloga, mas, confesso que o tema em apreço muito me interessou.
Por experiência viviva, posso apenas dizer que há pessoas que têm, de facto, comportamentos "fissurantes", acreditando e sentindo várias realidades diferentes, como se efectivamente todas fossem "reais".
E que, não nos querendo, querem-nos, como se nos fossem "abocanhar", possuir, numa espécie de rèvanche com a vida, em que os outros parecerem apenas representar esse espaço, esse sítio onde se julgam poder "vingar". E tudo inventam (não sei se consciente ou inconscientemente) para nos fazer acreditar na teia, na malha, que tão bem convém à sua maquinação.
Basta estarmos atentos e ver os sinais.

Lily Allen

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Que as ragas tragam ao dia o que a noite lhe roubou

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Bom Domingo

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oiça a Buika ... oiça bem

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e oiça também a Lila Downs

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i want you, but i don´t need you ...

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