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domingo, novembro 10

O Antonio Angelillo: porque também há homens no meu Luar (reed. Set. 2012)


Fotografia de Mariano Sartore (acima). Agosto 2013


Dove andiamo a cena?

Braço de Prata? ... Cacilhas? Naquele angolano?




Arquitecto de sonhos e de bons projectos de trabalho como poucos conheci.

Inteligente, também, como quase nenhuns, mas de nostalgia igual que, há dias, não se consegue suportar...

Trabalha como um vício, uma dedicação, e continua a acreditar que vale a pena fazê-lo bem.

Seria um dos homens que escolheria para aqui tratar, se a eles me fosse dedicar mais neste Luar.

Mas não caberia o seu lugar neste sítio, com tanto que com ele tenho aprendido ao longo dos anos. E já muitos são.

Quando dele me lembro, lembro-me do que quer dizer conversar, estar e aprender. Sempre.

E já foram tantos os lugares!



Mas para ele fica aqui o meu olá. Até já.










sexta-feira, novembro 8

[Setúbal na Rede] - O Património em Acção

[Setúbal na Rede] - O Património em Acção

Obrigada Arnaldo Augusto Solimene por esta tua história de S. Martinho (reed. 10.11.09)


Era uma frio 11 de Novembro. O céu estava coberto, uma fina chuva caía e soprava um vento que penetrava nos ossos.
E assim sendo, o cavaleiro era envolto em seu amplo manto de guerreiro. Mas eis que ao longo da estrada estava um pobre ancião, coberto apenas com poucos trapos, exposto ao tempo, combalido e trêmulo de frio.
Martinho, o cavaleiro, o olha e sente seu coração apertar. E pensa: " pobre ancião morrerá de frio". Bastaria um manto a essa pobre alma ... nem dinheiro seria útil nessas condições. E raciocina. Tenho eu grande manto. E não pensa duas vezes, pega a espada e a divide em dois e a entrega ao pobre.
São Martinho, contente em ter feito sua caridade, parte em seu cavalo embaixo de uma chuva cada vez mais intensa e os ventos mais raivosos, que tratam de tornar inútel para sua proteção o manto à metade que lhe sobrara.
Mas alguns passos depois, eis que cessa a chuva, o vento acalma-se. Mais um pouco e as nuvens, dissipam-se, o céu fica claro e a brisa serena.
O sol esquenta de tal forma o dia, que obriga o cavaleiro a tirar o manto, pois o calor era intenso.
Eis portanto o Verão de São Martinho... que se renova a cada ano para festejar-se um belo acto e para recordar-se de que a caridade ao pobres e necessitados são uns dos dons mais apreciados por Deus.
Mas a estória de San Maritnho não termina aqui.
Durante aquela noite, São Martinho teria sonhado com Jesus, que agradecia-lhe, mostrando-lhe o manto, como fazendo-lhe entender que o mendigo encontrado era Ele próprio em pessoa.
Escute essa inocente fábula sentado à frente uma imensa fogueira, nas comemorações de mais um dia de São Martinho.
Isso na pequena e antiga cidade de Scanno, na Provincia de L'Aquila. E são tantas as estórias que trasformam-se em hístorias.
É o ínicio do periodo invernal no Abruzzo, onde provar o vinho novo, o "mosto", com castanhas assadas na fogueira se nos remete a ter a consciência de manter tradições, de cultuá-las para que se renovem e sobrevivam e se nos façam sobreviver.
Muitos são os adjectivos que tranformam San Maritino, para os italianos, em patrono, seria ele dos alfaiate, dos cavaleiros, dos cavalos, dos bêbados, dos maridos traídos.....
Mas uma coisa é certa, rico é o povo que mantém suas tradições vivas, e tomar parte em uma dessas nos faz também parte do contexto, fazemos história. E eu fiz, acreditem fiz!


Arnaldo Augusto
Imagem: Wikipédia

Lily Allen

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Que as ragas tragam ao dia o que a noite lhe roubou

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Bom Domingo

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oiça a Buika ... oiça bem

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