Segunda-feira, Julho 6
Domingo, Julho 5
Rosa do Mundo
Viver
Ou se escolhe a dor, a loucura que traz a indecisão ou ser feliz ...
Mas para isso é preciso saber escolher e tudo recomeçar.
Sábado, Julho 4
Sexta-feira, Julho 3
A noite está serena
Quinta-feira, Julho 2
Encontro sobre Reutilização de Conjuntos Monásticos em Alcobaça

para ver o programa completo: www.igespar.pt
Ciclo de Cinema Documental no Museu Nacional de Etnologia
Nos dias 4 e 5 de Julho terá lugar no Museu Nacional de Etnologia o ciclo de cinema documental Entre África e Índia. Antropologia e imagem, com a apresentação de oito filmes de Ákos Östör, antropólogo e realizador.
Enquadrado na Summer School Lisbon 2009 do ISCTE-IUL/ Brown University, o filme Singing pictures é precedido de uma visita à exposição Pinturas cantadas: arte e performance das mulheres de Naya, às 14h de sábado, dia 4, e a sua apresentação e discussão são moderadas pela Professora Rosa Maria Perez, com a presença Ákos Östör e de Lina Fruzzetti.
Informação obtida e citada a partir de:
Museu Nacional de Etnologia | Av.ª Ilha da Madeira, 1400-203 Lisboa | Tel: 21 304 11 60 |
Sítio: www.mnetnologia-ipmuseus.pt | Blogue: http://mnetnologia.blogspot.com |
E-mail: mnetnologia@ipmuseus.pt
Quarta-feira, Julho 1
Esta Lisboa que eu amo: a Expo - a António Mega Ferreira
Quem disse um dia que a poesia não lhe corria nas veias, certamente nunca poderia imaginar um lugar qualquer e muito menos a Expo. Obra de muitos, programa de tantos mais, tem um conceito na origem: na concepção está um dos homens que melhor trabalha a língua portuguesa, António Mega Ferreira.
Não é arquitecto, nem urbanista, nem paisagista nem engenheiro: é um poeta, um escritor.
E a Expo é como ele: um conceito grande, numa cidade maior; uma "Escrita na Paisagem".
O MUNDO DOS MORTOS E DAS MOURAS ENCANTADAS
Por considerar do maior interesse a divulgação da presente obra, passo a citar a informação obtida a partir da Archport
Fernanda Frazão e Gabriela Morais propõem-nos uma viagem pelos mitos que envolvem a História de Portugal desde os seus primórdios pré-históricos.
Assim, num I volume, Portugal, Mundo dos Mortos e das Mouras Encantadas [Apenas Livros – www.apenas-livros.com –, ISBN: 978-989-618-246-5], datado de Maio p. p., depois de fazerem considerações gerais sobre lenda e a sua relação com o mito, esquadrinham as origens e traçam o enquadramento histórico e mítico das lendas das mouras encantadas; dão, desde já, conta da abrangência cronológica e geográfica do corpus que pretendem elaborar; debruçam-se sobre aspectos do Paleolítico Superior, do mito, do culto da fertilidade e sua relação com o totemismo e terminam (p. 38-57) numa panorâmica sobre o culto dos mortos e dos antepassados.
José d'Encarnação
Fotografia de Marvão gentilmente cedida por Joaquim Carvalho
Mas tu não podias saber
Tu andas nesta sala como um homem
o que para um deus é muito pouco
ainda que por louco alguns o tomem
Tu podias chegar às árvores mais altas
Cuspi-te apunhalei-te
com um punhal de gestos que me deste
e então depois acreditei em ti
que és única possível companhia
Gostava que viesses ter comigo
- mais um filólogo de longa vida -
com os teus pés descalços sobre a areia
Prestigitador do meu prestígio
ao menos fosses tu a sustentar-me o ser
Fui infeliz pela primeira vez
mas tu não podias saber
Saio de casa e levo sempre dois ou três cuidados
compro as noites de sono uma por uma
dou caça um por um aos meus fantasmas
e passo com a mesma perna coxa à mesma hora
sem suspeitar que tu anotas quando passo (...)
Rui Belo
Barcos, que são formas esquivas,
cobrem a ria
oferecendo
a água da enchente a proa fina
São brancos quase todos
no princípio da
tarde a evidência da cal viva.
Gastão Cruz, Crateras, in Poemário 2008, Assírio & Alvim
Terça-feira, Junho 30
À Sofia P. (again) e à João Salema
"Conhecer alguém aqui e ali que pensa e sente como nós, e que embora distante, está perto em espírito, eis o que faz da Terra um jardim habitado". (Goethe)"
Apenas lhe posso dar para a troca algo de muito comum e nacional (pessoal):
"o que faz a diferença entre as pessoas é uma coisa apenas, simples, mas abissal: as que do bairro fazem o mundo e as que do mundo apenas fazem um bairro"
Obra Breve

Sempre se conheceu o vento de Junho,
nessa orla, que regougava nas esquinas
da casa à noite e nas manhãs ansiosas
em que voltava a aragem matinal
deixava irremediavelmente os frutos
a juncar a terra e os atalhos.
E sempre se lamentaram as velhas pancadas
do vento, no seu ritmo marítimo, a exaltação
a que nos levava, permanentes povoadores
da costa. E para lamentar dizíamos
as palavras usuais e alguns suspiros
próprios da insónia de ouvir o vento.
Fiama Hasse Pais Brandão, Obra Breve
Domingo, Junho 28
Os Lugares de Espectáculo na Antiguidade: Nimes e Arles
Sobre os Lugares de Espectáculo na Antiguidade ver: «LVDI ROMANI» Trinidad Nogales Basarrate, Edición Museo Nacional de Arte Romano, Mérida, 2002 Esta obra, integrada num conjunto mais vasto de edições cuja finalidade foi dar a conhecer o universo lúdico em período romano, funciona como catálogo de uma exposição realizada no Museu Nacional de Arte Romano em Mérida sob o título «Ludi Romani. Espectáculos en Hispania romana», tendo sido possível estabelecer um íntimo diálogo entre os objectos encontrados em escavações que se encontram dispersos em vários museus e os espaços originais, uma vez que, na capital da Lusitânia, existiam edifícios de espectáculos – teatro e anfiteatro –, monumentos esses ainda hoje visitados e utilizados como tal, a exemplo do seu teatro. Num artigo, «La fonction politique des monuments du Spectacle», Pierre Gross regressa à análise dos espaços de espectáculo em Roma enquanto parte fundamental de uma “topografia processional” ou dos Sacra Augustalia que, indissociável dos santuários e das divindades protectoras, garantem a salus imperial. Aborda ainda os lugares de espectáculo como locais onde se organiza o “o contacto codificado entre os representantes do poder (...) e os administrados”, ou seja, atribui ao local onde se desenrolam os Ludi um papel de “topos de identificação”. Num outro artigo, Jonathan Edmondson introduz-nos aos aspectos sociais romanos e à relação com os espectáculos públicos, para os quais, desde a República, havia normas relativamente aos lugares ocupados pelas diferentes classes e estatutos. As transformações efectuadas por Augusto e a legislação produzida relativamente à hierarquização dos lugares onde se podia assistir aos espectáculos acentuou uma maior separação entre as várias ordines. As representações teatrais (ludi scaenici), as corridas de cavalos (ludi circenses) e as lutas de gladiadores (munera gladiatoria) são, portanto, muito mais do que meros entretenimentos públicos, oportunidades ideais para testar o equilíbrio entre as várias classes e componentes da vida social romana e para reafirmar o poder das elites que são, afinal, os verdadeiros mecenas/evergetas. São também grandes veículos da organização social para as novas províncias e municípios romanos. Através dos mosaicos hispânicos, é analisada nesta obra a popularidade que os espectáculos tinham na Península Ibérica. As corridas de cavalos são tema de inúmeras representações em mosaicos e pinturas hispânicas, sendo os mosaicos mais conhecidos e mais bem conservados os provenientes de Barcelona e de Bell-Lloch (Gerona). A popularidade que as corridas tinham é atestada pelos inúmeros circos, podendo citar-se entre os mais monumentais o de Tarragona, o de Toledo e o de Mérida. Alguns mosaicos representam cavalos isolados, como é o caso dos que foram encontrados na uilla romana de Torre de Palma, em Portugal, onde surgem engalanados e com o os nomes. Em contrapartida, os combates de gladiadores são pouco representados em mosaicos da Hispânia, podendo, apesar dessa omissão, concluir-se, a avaliar pela quantidade de anfiteatros edificados e por algumas inscrições conhecidas, que foi um espectáculo bastante apreciado. Três mosaicos representando cenas ligadas ao teatro confirmam o interesse pelo espectáculo na Hispânia, bem como a iconografia ligada às Musas, protectoras das artes cénicas, que são tema dos exemplares musivários de Mocada, Itálica, Torralba, Arroniz, Mérida e Torre de Palma. Os inúmeros teatros na Hispânia confirmam a popularidade deste espectáculo desde o começo do Império. Alguns exemplares indicam também o apreço por lutas de pugilistas, como são os casos de Mérida e de Herrara, Sevilha. Julián González, que assina o artigo «Leis, espectáculos e espectadores em Roma», tece neste trabalho múltiplas considerações sobre a estratificação social e a forma como, ao longo do tempo, as várias ordini se dispunham no interior dos recintos de espectáculo, reflectindo a própria organização da sociedade. Augusto, que legislou sobre a distribuição dos espectadores nos locais públicos tendo em atenção a sua condição social, reforçou com esse tipo de medidas a reorganização que pretendia levar a cabo e que, do seu ponto de vista, as guerras civis haviam contribuído para adulterar. Promoveu também a separação de homens e mulheres na assistência, tendo mesmo pretendido inibir as mulheres de frequentar certos espectáculos públicos. De acordo com a sua ideologia militarista, Augusto proporcionou aos soldados lugares especiais na assistência. Relativamente à arquitectura dos locais de espectáculo – teatros, anfiteatros e circos – Sebastián Ramallo Asensio faz um périplo sobre os que se construíram na Hispânia, caracterizando-os. Os teatros, que proliferaram a partir de Augusto e na época flávia, foram mais uma das manifestações do processo de urbanização que se inicia com César. Representam também um símbolo da romanidade, pois permitiam reunir toda a comunidade de forma ordenada e hierarquizada num local fechado, presidido pelas imagens do imperador e de sua família. Participaram assim da introdução dos cultos dinásticos e do imperador. O autor dedica-se neste artigo a questionar as motivações que contribuem para que, a partir do século II a.C., a monumentalidade e o aparato cénico dos teatros seja cada vez mais notória na Península Itálica e que, na Hispânia, vai ter obviamente os reflexos. Dentro dessa tendência monumentalizante dos inícios do Império pode referir-se o exemplo Cartagena que é o mais antigo teatro onde se verifica a marmorização, que na Península Ibérica não teve a mesma expressão que na Itálica. Através da decoração ornamental, mais especificamente da escultórica, e ainda dos programas epigráficos desenvolvidos no teatro, a comunidade manifestava a sua adesão à casa imperial, como se pode verificar em Mérida e Tarragona, e proclamava o papel dos mecenas (evergetas) na construção ou remodelação dos edifícios públicos.
No que respeita ao anfiteatro, considerado um dos edifícios mais característicos da arquitectura romana e que se afirma em Roma desde o século II/inícios do I a. C. como edifício permanente, foi edificado na Hispânia um emblemático e pioneiro exemplar com características monumentais, datado de 8-7 a. C.,que é o de Emerita Augusta. Tal como nos teatros, os programas escultóricos e epigráficos dos anfiteatros traduzem a actividade evergética das elites e espelham a vida social e cultural romana. Por sua vez, os circos parecem ter tido na Hispânia uma expressão mais reduzida relativamente aos outros edifícios de espectáculo, tendo alcançado uma maior difusão a partir dos séculos II/III d. C. Um interessante artigo da autoria de Alberto Ceballhos Hornero faz uma aproximação aos profissionais que participavam nos espectáculos públicos, através da análise de epitáfios hispanos, bem como à representatividade e imagem social que cada um deles tinha na vida romana. Introduz-nos ainda no “mercado empresarial” ligado aos ludi, uma vez que muitos dos profissionais faziam parte de companhias especializadas ou de coorporações: os gladiadores às familiae gladiatoriae; os aurigas às factiones circenses e os actores às greges scaenici. Os aurigas ou agitadores eram os profissionais mais cotados, até tendo em atenção a perigosidade do espectáculo e o apreço que a sociedade romana lhe dedicava. Os combates de gladiadores, se bem que também muito apreciados, não eram tão usuais, pois implicavam grandes custos. Na Hispânia são conhecidos cerca de vinte epitáfios de gladiadores, sendo a sua maioritariamente encontrados em Córdova, onde se devem ter realizado festejos excepcionais na época de Trajano, maioritariamente escravos e libertos. Nemesis era a protectora da maioria dos anfiteatros das províncias Ocidentais, atestando-se a existência de ex-votos consagrados a esta divindade em Itálica, Tarragona e Mérida. Os ludi scaenici eram os espectáculos mais económicos, porque os actores eram genericamente mal pagos e a sociedade romana tinha deles uma imagem de algum modo depreciativa. A música desempenhava um papel crucial em quase todos os espectáculos, com principal importância nos teatrais, sendo, contudo, a origem da maioria dos seus profissionais de origem servil. Dedicado «Sociedade, espectáculos e evergetismo na Hispânia» é o artigo de Enrique Melchior Gil e Juan Francisco Rodríguez Neila. Este trabalho, de enorme interesse para o melhor conhecimento do ambiente social dos jogos e dos seus promotores na Hispânia, releva alguns dos aspectos propagandísticos dos ludi e os modelos do financiamento público (edilício) e privado na sua organização. Dedicando-se ainda a analisar a forma e periodicidade com que se organizavam os espectáculos públicos, os autores referem a existência de ludi oficiais na Hispânia, consagrados à Tríade Capitolina, desde finais da República. Os ludi oficiais eram custeados, em grande parte, pelas summa honoraria, que os magistrados forçosamente tinham que pagar ao município, e ainda através do envolvimento dos privados ou evergetas. No entanto, é conhecido que, a partir da época imperial, se realizam muitos outros espectáculos realizados fora do âmbito oficial e regulamentar, os “ludi livres”, para os quais os evergetas que os financiavam, obtida a respectiva autorização da cúria, podiam estipular datas para a sua reliazação. Com estas celebrações os evergetas pretendiam obter uma popularidade e prestígio que depois se traduzisse politicamente, ou mesmo, como parece acontecer nos casos atestados epigraficamente na Hispânia, para agradecer publicamente o facto de terem podido culminar as suas carreiras na administração local. Deste modo, as famílias de notáveis colaboravam também para a notoriedade dos seus descendentes. Também há casos de outras pessoas de condição livre que com a organização de ludi pretenderam conseguir mais prestígio, ou que haviam feito promessas, sendo os espectáculos realizados ob honorem, e de libertos enriquecidos que, deste modo, tentavam obter insígnias ou privilégios reservados aos membros da ordo decurionum. Na Hispânia grande parte dos ludi livres realizados, corresponderam a dias em que um mecenas ofereceu à comunidade um edifício público ou uma estátua, sendo a maioria dos atestados epigraficamente datáveis do século II ou inícios do século III. Os ofertantes tratam-se de pessoas que haviam desempenhado magistraturas ou sacerdócios (23 casos, entre os 42 ludi livres organizados por particulares) ou que ainda as desempenhavam, sendo notória uma clara intenção de se associarem ao culto imperial. Pese os autores incluírem no seu artigo uma referência à inscrição de Balsa, não resistimos a referir que valeria a pena ter feito uma reflexão em torno da célebre inscrição de Esculápio, de proveniência desconhecida, mas que muito provavelmente seria oriunda de Miróbriga, onde um medicus oferece a realização de espectáculos no circo dessa cidade. Finalizando as reflexões desta obra, César Vidal faz um artigo sobre «Os ludi na literatura e no cinema» e Ramón Teja escreve sobre «Espectáculos e Mundo Tardio na Hispânia». Este autor dá-nos conta como gradualmente se processou a decadência dos espectáculos na Antiguidade Tardia e de eu forma alguns escritores cristãos contribuíram para os associar a manifestações imorais, um pouco na senda de Tertuliano, pese a sua obra ser do século II. No entanto, e se bem que em muitas cidades a população continuasse a frequentar os locais de espectáculo, mesmo a cristianizada, em pleno século IV, é um facto que, na maioria, entram em decadência. Na Hispânia essa decadência é notória e arqueologicamente comprovada, até porque a maioria dos materiais de construção com que estavam edificados os recintos de espectáculo é reutilizada noutro tipo de obras. Apenas o teatro de Córdova, o circo de Tarragona e a tríade de Mérida (teatro, anfiteatro e circo) parecem ter continuado a funcionar, tendo havido mesmo obras de beneficiação nos edifícios emeritenses e no anfiteatro de Tarragona, no século IV.
Vale, contudo, a pena conhecer na Gália os grandes teatros, anfiteatros e arena de Nimes e Arles onde ainda hoje se organizam, tal como acontece em Mérida, espectáculos de vários tipos. F.B.
La Maison Carrée, Nimes
E da pedra bruta se construíram templos ... e deles apenas resta o essencial, porque, como acontece na maioria dos casos, sobre a praça pública que os rodeava se construíram novos edifícios, novas centralidades.
Amanhã lhes voltarei, porque a Roma de Augusto de tudo deixou, designadamente a tendência para a monumentalização dos espaços públicos, tendo-se o imperador orgulhado que havia transformado uma Roma de pedra em mármore!
Considerado um dos exemplares mais bem conservados do período Romano, o facto de ter tido ocupação ao longo do tempo, designadamente como Convento na Idade Média, pode ter contribuído para essa preservação, tal como, aliás, sucedeu com o templo dedicado ao culto imperial situado em Évora.
Sexta-feira, Junho 26
Dedicatória
Este livro é dedicado a essas vagas luzes que
anunciam a alegria
e às vezes são alguém, um anjo, o caos, e no
meio do caos
o jovem doce tempo das tuas mãos.
és tu,
coração secreto à deriva pelos dias, o senhor do
meu canto.
Por ti cheguei e parto.
A minha casa é onde estás.
José Agostinho Baptista in Poemário, 2009, Assírio & Alvim
Quinta-feira, Junho 25
Lançamento das Actas do Congresso Feminista

Lançamento Actas do Congresso Feminista 2008
UMAR
Dia 29 de Junho 2009
5:00pm - 8:00pm
Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro
Antigo Solar da Nora loc: 146 Estrada de Telheiras, Lisboa 1600, Portugal
Telefone: 2188735005
Email: umar.sede@sapo.pt
Dia 29 de Junho de 2009 decorrerá na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro o lançamento das actas do Congresso Feminista 2008.
A apresentação estará a cargo das investigadoras Ana Vicente e Ana Cristina Santos, bem como da Presidente da UMAR, Maria José Magalhães. A sessão contará, ainda, com a intervenção da coordenadora da edição digital, Cristina L. Duarte.
Para lá chegar:
Metro: Telheiras | Autocarros: 47, 67, 78 | Pontos de referência: estando na saída do metro do lado do "Colégio Alemão", seguir em frente pela Estrada de Telheiras até ao final. a biblioteca encontra-se do lado direito.
Informação obtida da UMAR.






