Apontamentos: o dia a dia Reflexões: pensar o que nos move Música: sem ela não se pode viver Emoções: somos nós afinal Histórias várias: fazem-nos aprender Eventos: os que queremos partilhar Fotografias: ver o mundo com o nosso olhar Trabalho: com ele estamos a crescer Descanso: estou a precisar
Miróbriga e o Alentejo. Palavras e sentidos com Alentejo de fundo
O meu outro lugar.
E outro dos meus Lugares
Liga dos Amigos de Miróbriga
para ti
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lamento (Dido) em Dido e Eneias, Purcell
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Continuar a aprender
Que há coisas a que dizemos sim e outras que temos que saber dizer NÃO!
Continuar a sonhar
Porque há coisas que só morrem pelas nossas mãos
E a conversar
Mesmo quando nos querem calar
Saber chorar de alegria
porque nos sabem fazer coisas assim
Barra de vídeo
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Rachmaninov, para começar a manhã
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Atravessar a ponte
porque não se pode ficar sempre no mesmo lugar.
Olhar
e tentar apreender os sinais
take a walk (with rou reed)
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Contar histórias
Sem tempo e sem lugar.
jarabi
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Mozart
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Aprender a dizer as palavras que não soube proferir
Aos amigos que ficaram e ficarão. Pelo que há ainda a aprender. Porque, mesmo quando o gelo tudo cobrir, marcadas estão as linhas essenciais, como na palma da mão.
Aos meus pais
Por tudo que me ensinaram
Às minhas princesas Mariana e Nô
O meu Alento, pela brisa que me dão
A vós também
Ainda a vós
também pelo valor do calor
Para ti também
porque tudo teria feito igual
Visitar as princesas do Alentejo
como gostei de vos ver!
Falar do trabalho
pelo que nos faz crescer
Falar de Mulheres: as mulheres em Roma - um dia voltarei ao assunto
«A noção romana de integridade moral da mulher desenvolveu-se em função da propriedade pessoal, e a castidade feminina (implícita na virtude matronal) tornou-se parete integrante da posse de um bem físico (...). in «Origens Cultuais e Míticas de um Certo Comportamento das Damas Romanas», Pierre Klossowski
Chavela Vargas, sim ela! Também para as mulheres da minha vida
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Descansar finalmente
que tanto estou a precisar
Falar dos amigos
sabê-los lembrar
Falar de viagens
as nossas e as que conseguimos imaginar
Continuar a caminhar
mesmo quando nos querem fazer acreditar que o sonho não tem lugar
Imaginar o mundo
até quando não se sai do nosso lugar
Continuar a caminhar
todos os dias
O Alento
O Alento, esse sopro de vitalidade que nos vem de longe. Força que parece não nos pertencer, se bem que nos venha da Alma que é só nossa. O Alento? Essa brisa (ou crença?), conquistada do mais fundo de nós. O Alento, porque esperamos tantas vezes que alguém no lo dê?
Tanto rio, tanto mar
pano de fundo para conversar
Saber de notícias e eventos
o que se vai passando aqui e ali, nem que seja nas revistas ou no jornal.
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