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segunda-feira, dezembro 14

Os meus lugares
















(o rio foi fotografado pela Mariana)

«Ningém é filho do poema universal.
Nem pai
do seu rebanho de versos.
O que eu busco é um lar.
Um lar mais natural nas palavras
da terra
com os lábios invisíveis sobre o livro
dos mortos».
.............
.............
Armando Silva Carvalho (1938), "O que foi passado a limpo", in Poemário (2008), Assírio & Alvim

2 comentários:

legivel disse...

... um belo poema para me acompanhar durante esta semana que agora se iniciou. Obrigado.
Óptima semana!

Filomena Barata disse...

e eu fui ler bem o texto dos teus perseguidores ... uf, se te entendo.

Lily Allen

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Que as ragas tragam ao dia o que a noite lhe roubou

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Bom Domingo

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oiça a Buika ... oiça bem

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e oiça também a Lila Downs

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i want you, but i don´t need you ...

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