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quinta-feira, dezembro 3

As arrumações: a Mulher e o Sagrado


É bem verdade que arrumarmo-nos é arrumar a alma, liberdando-a de "enrolos" como se diz no Alentejo.

É rasgar, limpar, deitar fora o supérfluo, como se o espaço fosse demasiado pequeno para tanta coisa, tanta memória.

É relocalizarmos objectos, recolocando-nos nós numa nova geografia espiritual: depurando-nos com os incensos do papel queimado.

Mas é também reencontrar objectos perdidos, trazê-los à luz após períodos de reserva!
Hierarquizando outras preocupações; outros sentidos e outras palavras.

No meio de tantas depurações, encontrei um catálogo a que não tinha atribuído grande importância, mas cujo conteúdo e fotografias me impressionaram bastante agora: «A Mulher e o Sagrado» de Noémia Cruz que descobre os objectos para a sua "forma abstracta (...) dentro do universo do significado dos símbolos" (2003, Museu Jorge Vieira, Beja)

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