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sexta-feira, dezembro 20

Ainda a propósito da Árvore de Natal - o que gostava mesmo era de a ir ver a Srasbourg! (reed- 28-11-08)





































Mais tarde lhe voltarei, porque hoje é dia de recordar a Pascale que me fez lembrar o Natal do Norte da Europa e os presentes de São Nicolau.

«O Pai Natal é associado à ideia de um homem já com uma certa idade, gorducho, de faces rosadas, com uma grande barba branca, que veste um fato vermelho e que conduz um trenó puxado por renas que conseguem voar mesmo não tendo asas. Segundo a lenda, na noite de Natal este simpático senhor visita todas as casas, desce pela chaminé e deixa presentes a todas as crianças que se comportaram bem durante todo o ano.


A personagem do Pai Natal baseia-se em S. Nicolau e a ideia de um velhinho de barba branca num trenó puxado por renas (o mesmo transporte que é usado na Escandinávia) foi introduzida por Clement Clark More, um ministro episcopal, num poema intitulado de "An account of a visit from Saint Nicolas" (tradução: Um relato da visita de S. Nicolau) que começava de seguinte modo “'The night before Christmas” (que em português significa "Na noite antes do Natal"), em 1822. More escreveu este poema para as suas filhas e hesitou em publicá-lo porque achou que dava uma imagem frívola do Pai Natal. Contudo, uma senhora, Harriet Butler, teve acesso ao poema através do filho de More e decidiu levá-lo ao editor do jornal Troy Sentinel, em Nova Iorque, o qual publicou o poema no Natal do ano seguinte em 1823. A partir daí, vários jornais e revistas publicaram o poema, mas sempre sem se mencionar o seu autor. Só em 1844, é que More reclamou a autoria do poema!

O primeiro desenho que retratava a figura do Pai Natal tal como hoje o conhecemos foi feito por Thomas Nast e foi publicado no semanário “Harper’s Weekly” no ano de 1866».


citado apartir de HTTP://natalnatal.nosapo.pt
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Ver as lendas alsacianas sobre a árvore de Natal http://br.franceguide.com/alsace, de
onde passamos a citar:






A história da Árvore de Natal

É na Alsácia, na Biblioteca Humanista de Sélestat, que se encontra a primeira menção escrita à venda de pinheiros de Natal, em 1521, nos arquivos da cidade. Por isso a Alsace é o berço da Árvore de Natal. 

Eis aqui sua pequena história:

A existência de árvores decoradas na Alsace remonta à Idade Média. No dia 24 de Dezembro, um pinheiro era colocado no coro das igrejas onde, durante a apresentação da peça de Adão e Eva, representava a árvore do Paraíso cheia de maçãs, lembrando o fruto da tentação. 

Depois foram acrescentadas as hóstias, símbolo eucarístico da redenção. Então os paroquianos substituíram os galhos de pinheiros por árvores inteiras decoradas dessa maneira, sem dúvida no início do século XVI. Os primeiros pinheiros foram suspensos no tecto com uma maçã na base, ou decorados com pequenas maçãs vermelhas.

As lendárias bolas de Natal de Meisenthal

O Centro Internacional de Arte em Vidro de Meisenthal expõe e ilumina as bolas de Natal, sopradas desde meados do século XIX por vidreiros e talhadores de cristais. Em 1858 a natureza não foi generosa. A gr
ande seca privou os Vosges do norte de frutos, e o pinheiro de Natal não tinha decoração. Um soprador de vidro de Goetzenbruck inspirado tentou compensar essa injustiça soprando algumas bolas de vidro. Ele iniciou sozinho uma tradição que atravessou as culturas, o mundo, a humanidade.

Ateliês, demonstrações e visitas são propostas pelos Ofícios de Turismo do norte da Alsace.


































































































































Por sua vez, «O Pai Natal é associado à ideia de um homem já com uma certa idade, gorducho, de faces rosadas, com uma grande barba branca, que veste um fato vermelho e que conduz um trenó puxado por renas que conseguem voar mesmo não tendo asas. Segundo a lenda, na noite de Natal este simpático senhor visita todas as casas, desce pela chaminé e deixa presentes a todas as crianças que se comportaram bem durante todo o ano.


A personagem do Pai Natal baseia-se em S. Nicolau e a ideia de um velhinho de barba branca num trenó puxado por renas (o mesmo transporte que é usado na Escandinávia) foi introduzida por Clement Clark More, um ministro episcopal, num poema intitulado de "An account of a visit from Saint Nicolas" (tradução: Um relato da visita de S. Nicolau) que começava de seguinte modo “'The night before Christmas” (que em português significa "Na noite antes do Natal"), em 1822. More escreveu este poema para as suas filhas e hesitou em publicá-lo porque achou que dava uma imagem frívola do Pai Natal. Contudo, uma senhora, Harriet Butler, teve acesso ao poema através do filho de More e decidiu levá-lo ao editor do jornal Troy Sentinel, em Nova Iorque, o qual publicou o poema no Natal do ano seguinte em 1823. A partir daí, vários jornais e revistas publicaram o poema, mas sempre sem se mencionar o seu autor. Só em 1844, é que More reclamou a autoria do poema!



O primeiro desenho que retratava a figura do Pai Natal tal como hoje o conhecemos foi feito por Thomas Nast e foi publicado no semanário “Harper’s Weekly” no ano de 1866».


citado apartir de HTTP://natalnatal.nosapo.pt

5 comentários:

Anônimo disse...

em português:

Alsácia

Anônimo disse...

O que esta rapariga sabe!
Sempre foi uma pessoa avisada.
Um abraço e Bom Natal

umdi@digoquem.sou

Filomena Barata disse...

Bem sei, mas citei.

bettips disse...

Que bonito aqui fica, lenda e fotos... Em vez de avião, vejo uma rena voadora!
Uma alma translúcida como o vidro acontecido!
Beijinhos

legivel disse...

... por esses lados nunca andei a não ser em estações mais benévolas para com o meu rico corpinho, pois sou um friorento de alto calibre...

Mas gostava de ir ainda mais a Norte e ter um grande conversa com o Pai Natal. É que ele, nos últimos anos, só me tem dado desgostos. Imagina que até um dos sapatinhos?! que pus na chaminé o ano passado ficou chamuscado!!

Uma óptima semana se possível com muitos sorrisos.

Lily Allen

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Que as ragas tragam ao dia o que a noite lhe roubou

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Bom Domingo

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oiça a Buika ... oiça bem

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e oiça também a Lila Downs

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i want you, but i don´t need you ...

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