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quinta-feira, janeiro 14

Hoje, nove anos passados: tu, quem és, onde te posso encontrar? (reed.)


Que nome tens tu afinal?

Todos os nomes num só,
o que reconheço, pese não ser nenhum,
pois em nenhum se consegue encontrar.
Mas o teu nome inventado
escrevi
nas páginas do meu ser,
recriando assim um sonho por nascer

Onde estás?
Sob a luz, na terra,
ou numa nave espacial?
Na brisa que me suaviza o rosto
ou no mar a navegar?

És verdade ou efabulação?
Imaginário ou sonho bom e mau?

Só eu saberei um dia entender ...
não deixaste de ser, por isso,
o sentido que inventei para o meu Luar

2 comentários:

CMP disse...

Só no mesmo no coração ...

adriano disse...

Para estas alturas de bruma espessa, céu ameaçador, nuvens densas, dia escuro e sol escondido e frio, não há como ser-se portador/a dum GPS ou duma bússola.
Desculpa a "gracinha".
Uma beijoca

Lily Allen

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Que as ragas tragam ao dia o que a noite lhe roubou

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Bom Domingo

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oiça a Buika ... oiça bem

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e oiça também a Lila Downs

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i want you, but i don´t need you ...

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