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terça-feira, fevereiro 12

A dúvida ou a certeza. À minha mãe que me deu lugar



Fotografia: Cromeleque dos Almendres, António Carlos Silva

Entre a dúvida e a certeza, só existe um momento decisivo, fulcral: o do gesto.

Quando não se faz o gesto, o balanço pode eternizar-se, no ventre das ondas do mar:
tudo se pode adivinhar, tudo se pode perscrutar!!!

Há momentos em que se não pode mais adiar: porque cada minuto pode ser a morte que nos espreita, tanto como o existir!

Ali, tão perto como o respirar, está outro lado: o branco frio da morte.

Em cada minuto que passa, em cada momento sem sorver o ar, sucumbe a vida; morre-se de terror.

Há momentos em que só há noite ou dia, no nosso caminhar.

Apenas o sim, ou não, é o nosso lugar.

(E a cobardia, o medo são apenas esses invencíveis momentos de pavor, de não se ter sido capaz de dizer sim ou não!
Mas, mesmo assim a morte, o frio nos tolherão! Tendo-se adiado o momento que, afinal, nos podia ter conduzido ao Eterno.
Ficará, apenas, o Purgatório, esse sítio sem lugar)

Decididamente, cada vez com mais convicção quero aprender a dizer sim ou não!

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