quinta-feira, agosto 12
terça-feira, agosto 10
segunda-feira, agosto 2
sexta-feira, julho 30
Terminou hoje o Seminário Internacional "Rifare paesaggi" promovido pela ACMA
Promovido pela ACMA, sob a coordenação de Antonio Angellilo, e com a colaboração da Câmara Municipal de Lisboa, terminou hoje o Seminário Internacional «Rifare paesaggi» que se debruçou sobre a área do Rio Seco, Lisboa.
Deste worshop resultaram quatro propostas de intervenção para a área que foram apresentados e expostos.
Lembro também que para a zona Belém/Ajuda está a ser elaborado um plano Estratégico, contemplando a componente urbanística e sócio-cultural.
quarta-feira, julho 28
Voltaremos de novo a brindar?
A eternidade só o vinho a pode oferecer
Jovem agora nunca mais o voltarás a ser
procura vinho e amigos ébrios na estação das rosas
Goza-o como se fosse o último esse momento de prazer
Apesar de estar sempre a enchê-los de vinho
logo esta grande taça fica vazia
A minha paixão venceu a razão da minha razão
e sem piedade o tempo desfolha a bela rosa que eu possuía
(...)
Dizem que existe um céu cheio de huris
com vinho claro mel e açucar
Enche a minha taça
que um prazer a teu lado vale mil nas nuvens
«Rubaiyat», Omar Khayam, Pérsia, Século XI d.C.
in O Vinho e as Rosas.
Jovem agora nunca mais o voltarás a ser
procura vinho e amigos ébrios na estação das rosas
Goza-o como se fosse o último esse momento de prazer
Apesar de estar sempre a enchê-los de vinho
logo esta grande taça fica vazia
A minha paixão venceu a razão da minha razão
e sem piedade o tempo desfolha a bela rosa que eu possuía
(...)
Dizem que existe um céu cheio de huris
com vinho claro mel e açucar
Enche a minha taça
que um prazer a teu lado vale mil nas nuvens
«Rubaiyat», Omar Khayam, Pérsia, Século XI d.C.
in O Vinho e as Rosas.
Iluminações - Uma cerveja no Inferno
Esta Lisboa que eu amo ...
Que me faz sonhar com o Atlântico: do outro lado do sonho ...
Mas tenho ainda que continuar a arrumar folhas soltas de outro lugar
http://mirobrigaeoalentejo.blogspot.com
domingo, julho 18
terça-feira, julho 6
E principalmente lembra-te ...
segunda-feira, julho 5
Continuar a olhar o Céu!
Até que apeteça voltar às páginas escritas num outro lugar qualquer!
http://mirobrigaeoalentejo.blogspot.com
segunda-feira, junho 28
sábado, junho 26
sexta-feira, junho 25
quarta-feira, junho 23
domingo, junho 20
É tempo de olhar o céu!
Saber olhar as cores do arco-íris!
E parar um pouco para pensar no pedido que lhe vamos efectivamente fazer.
ET: Recordo ainda o dia em que comecei este blogue que para mim funcionou como uma espécie de "caderno da campo". O que me motivou e a quem o dediquei.
Dizem que o que pedimos ao arco-íris não se deve desvendar: não o farei!
Mas sei, isso sim, que tudo teria feito igual e dedicado exactamente a quem tinha em mente quando o iniciei.
Agora está na altura de fazer uma pequena pausa, permitindo que melhor me possa dedicar a outros lugares.
A quem sempre me entusiasmou, o meu obrigada.
A quem me criticou, a quem me comentou, no bom e no mau, obrigada também no que contribuiu para que eu tentasse fazer melhor, sem nunca desistir de ser igual a mim!
Até já.
sexta-feira, junho 18
A Consistência dos Sonhos (José Saramago). Reeditado de 06/05/08




Difícil que é numa exposição homenagear as letras, as palavras, a escrita e um escritor.
No entanto, aqui, por entre as salas, passeiam-se dolentemente letras, palavras, histórias e pessoas.
Lindíssimo o resultado das instalações de Charles Sandinson.
Parabéns a quem a concebeu e a quem a montou.
Ao escritor que inventou a personagem Blimunda, o meu obrigada, pelo que, com ela, conseguiu imaginar do Mundo das Mulheres. E pela história e obra que, através desta exposição, se consegue vislumbrar.
Pelo que denunciou de um Portugal ainda com résteas de Inquisitorial.
ET: Hoje para José Saramago a minha homenagem, interrompendo o descanso prometido deste blogue com a reedição de duas pequenas notas em sua honra.
QUE TENHAM CONSISTÊNCIA OS SONHOS!
O que tem a ver a Blimunda com a Atracção Fatal? (reeditado a propósito da morte de Josá Saramago)

«Blimunda, Blimunda, filha minha, e já me viu, e não pode falar, tem de fingir que me não conhece ou me despreza, mãe feiticeira e marrana ainda que apenas um quarto, já me viu (...) Blimuda, olha só, olha só com esses teus olhos que tudo são capazes de ver»
Memorial do Convento, José Saramago.
Blimunda, «Sete-Luas», é essa personagem do Memorial do Convento que, por conseguir ver o interior dos outros humanos, bem como por possuir outros poderes, é considerada feiticeira, se bem que tenha conseguido escapar à morte na fogueira às mãos da feroz Inquisição.
Tinha por amante Baltasar Mateus, o «Sete-Sóis», a quem se recusou sempre a ver o interior, «Nunca te olharei por dentro», prometeu Blimunda a Sete-Sóis, não fosse uma desilusão dela se apossar.
Para que não o visse, de manhã, logo ao acordar, comia pão de olhos fechados que guardava junto da cama.
Não escapou, contudo, Blimunda de ver «Sete-Sóis» arder na pira, em Auto-de-fé:
«E uma nuvem fechada está no centro do seu corpo. Então Blimunda disse. Vem. Desprendeu-se a vontade de Baltasar Sete-Sóis, mas não subiu para as estrelas, se à terra pertencia e a Blimunda». in Memorial do Convento
Em «Atracção Fatal» que processo de ilusionismo se passará com ele que até prefere não ver que o objecto contuntente e mortal é usado, efectivamente, pela sua amante, pois apenas ela pode ser tão sedutoramente fatal?
O amor, esse cego poder, será isso mesmo? Uma enorme capacidade de crer, de acreditar, proibindo-nos, por vezes, de ver, de ouvir, de perguntar .... apenas querer e acreditar?
Mas será isso mesmo, afinal? Julgo que não ...
quinta-feira, junho 17
quarta-feira, junho 16
Lisboa ainda cheira a festa e a sardinhas ... mesmo já passado o dia do Santo que falava aos peixes
E com as festas vai este espaço entrar em manutenção!
quinta-feira, junho 10
Viva Portugal
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E que Lisboa cante o fado; os pregões; as ruelas.
Que cheire a sardinas e ao amor que com ela dorme na cama: o Tejo dos Marujos garbosos, em particular um deles que um dia "em que o vento não bulia" aprendeu o que era o fado.
Mas, mais do que tudo, QUE CANTE CAMÕES!
E que Lisboa cante o fado; os pregões; as ruelas.
Que cheire a sardinas e ao amor que com ela dorme na cama: o Tejo dos Marujos garbosos, em particular um deles que um dia "em que o vento não bulia" aprendeu o que era o fado.
Mas, mais do que tudo, QUE CANTE CAMÕES!
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