A todos, de novo, o meu obrigada por me fazerem continuar a acreditar que é possível trabalhar em equipa: à Fernanda Vale, ao José Matias, ao Gentil Cesário, ao Rui Fragoso um abraço especial.
sábado, setembro 19
Olá Alvalade, olá a vós
Se puder rumar ao Alentejo, vá a Alvalade, Santiago do Cacém
Vá ouvir falar de «Alvalade Medieval», a 18, 19,20 e 23, pela altura da Comemoração dos 499 anos do Foral Manuelino.
E veja a exposição de Arqueologia «Alvalade no Tempo», na Igreja da Misericórdia.
sexta-feira, setembro 18
Vamos rever o Vale do Sado? Comecemos pela Misericórdia de Alvalade
Alvalade do Sado: o meu testemunho II (actualizado)
A presença romana marcou fortemente esta região e os vestígios de inúmeras uillae comprovam a sua vitalidade agrícola. Uma ponte de provável origem latina marcava as saídas do aglomerado urbano, apontando caminhos que bifurcavam para os lados de Aljustrel, onde as minas eram o grande recurso e também para o litoral.
Da presença árabe lhe ficou certamente o nome.
Pertenceu à Ordem de Santiago de Espada que na Matriz ainda conserva as insígnias.
Ao tempo de D. Manuel recebeu "Foral Novo", em 1510, tendo-se erguido pelourinho que lhe conferia a autonomia concelhia finalmente perdida, no século XIX, a favor de Santiago do Cacém.
Mas o que me fez parar não foi isso. ... isso será para outra fase, num outro espaço.
O que me fez parar foi as recordações que para mim tem aquele lugar.
Entrei no carro e fui-me encontar com caras familiares, de há vinte anos, e sorri de ter a sorte de com elas ir (re)conhecer o que ali aprendi.
E aqui deixo o testemunho de há 20 anos atrás:
Nesta linda sociedade
Qu'é para quem passar dizer
Viva as moças d'Alvalade
Santa Luzia dos Olhos
E, por chegar a horas tardias, quantas vezes imaginava poder comer num sítio qualquer. Mas em vão procurava um restaurante. Apenas uma pequena tasca, nas imediações de minha casa, vendia umas bifanas para quem chegava a desoras.
Hoje aqui, reencontro outro sítio e encontro os amigos que me ajudaram a conhecer um outro local, tão diferente se demonstrou do das primeiras impressões.
Mas, para que assim fosse, houve que desbravar o tempo e o espaço naquele sítio, em seu redor.
Houve que marcar as horas, cerrando as portas a tudo o que fosse desperdício de tempo, pois havia um estágio a fazer; um trabalho a desenvolver e um Clube Europeu de Arqueologia para implementar na escola, para que não se esbatesse da memória dos alunos a memória do seu lugar.
Aí catalogámos e marcámos pequeninas peças, tentando ensinar e aprender que cada uma delas tem uma história para contar.
Aí organizámos conferências, falando de Egípcios, de Romanos e da Conquista Cristã.
Em Alvalade descobri que a ponte não era senão a passagem para outros lugares. E reforcei a ideia que resistir, continuar é o sítio de quem não quer parar.
quarta-feira, setembro 16
Para cada porta fechada, um postigo se abrirá ...
terça-feira, setembro 15
Fumar um cigarro ... e aprender a ver os sinais
segunda-feira, setembro 14
Poesia, Ricardo Reis
O que sentimos, não o que é sentido,
É o que temos. Claro, o inverno estreita.
Como à sorte o acolhamos.
Haja inverno na terra, não na mente,
E amor a amor, livro a livro, amemos
Nossa lareira breve.
Ricardo Reis, in Poemário, 2009
domingo, setembro 13
sábado, setembro 12
ADN: Vertico (em ensaios no Braço de Prata)
I like you, and I'd like you to like me to like you
But I don't need you, don't need you to need me to like you
Because if you didn't like me,
I would still like you, you see
I lick you, and I'd like you to like me to lick you
But I don't need you, don't need you to like me to lick you
If your pleasure turned into pain,
I would still lick for my personal gain la lala... la lala...
I fuck you, and I'd like you to like me to fuck you
But I don't fucking need you, don't need you to need me to fuck you
If you need me to need you to fuck, that fucks everything up la lala... la lala...
I want you, and I want you to want me to want you
But I don't need you, don't need you to need me to need you
That's just me, so take me or leave me
But please don't need me, don't need me to need you to need me
Because we're here a minute, the next we're dead
So love me or leave me but try not to need me
Enough said.
I want you, but I don't need you...
I love you, and I love how you love how
I love you But I don't need you, don't need you to need me to love you
If your love changed into hate, would my love had been a mistake?
I don't know. I don't know.
So I'm gunna leave you,
I'd like you to leave me to leave you
But love, believe me; it isn't because I don't need you (You know I don't need you)
All I wanted was to be wanted
But you're drowning me deep in your need to be neededla lala... la lala
I want you, and I want you to want me to want you
But I don't need you, don't need you to need me to lead you
That's just me, so take me or leave me
But please don't need me, don't need me to need you to need me
Because we're here a minute, the next we're dead
So love me or leave me but try not to need me Enough said.
I want you, but I don't need you.
Amanda Palmer, I want you, but I don't need you (Kurtwiel)
sexta-feira, setembro 11
Na Galeria Reverso, On the other hand, exposição de ourivesaria contemporânea
Olá Dulce, vou tentar ir ...
Resultante de um desafio lançado a todos os associados da PIN, sobre o tema Cinco Dedos Uma Mão, a exposição reúne peças de 12 artistas nacionais seleccionados pela Reverso e a Umbigo de entre 25 concorrentes.
Como artistas convidados figuram o joalheiro catalão Marc Monzó e os artistas plásticos Rui Effe e Carla Gaspar / Filipe Rego (Cíclope ), bem como Tereza Seabra e Filomeno, sócios honorários da PIN.
quinta-feira, setembro 10
A Joana Bagulho
Na FNAC em Lisboa
Se puder, pense em ir passar o fim de semana ao Baixo Alentejo; se não puder vá visitar hoje o Palácio do Beau Séjour

Ande um pouco mais, vá ao Pulo do Lobo, depois até Mértola.
http://mirobrigaeoalentejo.blogspot.com/
Mas se não puder, e gostar de conhecer melhor Lisboa, aproveite já hoje a tarde e vá ao lançamento do livro «A Casa dos Azulejos de Cascais ....» que será lançado, no Palácio do Beau Séjour, na Estrada de Benfica, 368, Lisboa, com a apresentação de Raquel Henriques da Silva, pelas 18h 30m.
Esta Lisboa do Tejo: Santa Catarina
"Ali, mesmo ao lado de Santa Catarina, onde o olhar avista o rio e a "outra-banda" lavando-se em lágrimas de prazer fica o Calhariz, arrabalde que era na época medieval, fora da cintura amuralhada fernandina, onde a partir do século XVII se vão instalando palácios e igrejas".
Hoje o céu estava mais azul, passada a tormenta que acordou Lisboa pela manhã.









